Agostinho Silva
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António Braga não poderia ter regressado a Lisboa com melhores resultados, atendendo às circunstâncias da sua visita de uma semana à Venezuela e em que teve uma série de contactos ao mais alto nível.
Assessorado pelo general Lucas Rincon Romero, embaixador da Venezuela em Lisboa e uma personalidade intimamente ligada ao chavismo, o secretário de Estado das Comunidades foi bater às portas certas, correspondentes aos ministérios onde poderia haver resposta às principais inquietações da comunidade portuguesa.
O ponto alto dos contactos aconteceu na Vice-Presidência do Governo Bolivariano de Venezuela, com Jorge Rodriguez. Mas as audiências sucederam-se: ministros da Educação Superior (Luis Acuña), da Justiça (Pedro Carreño) e do Petróleo (Rafael Ramirez); e ainda com o vice-ministro das Relações Exteriores para a Europa (Rodrigo Chaves), e com os responsáveis máximos pela ONA-Oficina Nacional Antidroga (Néstor Reverol) e pelo SENIAT (Gregório Vielma Mora). Em Barquisimeto, para além de contactar a comunidade local, António Braga esteve com o governador do Estado de Lara (Luis Reyes Reyes). O propósito da deslocação assentou na sua terceira participação no ‘Encontro de Gerações’. Mas como se viu, foi muito mais além. Agora resta aguardar pelos resultados práticos.
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